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Obesidade Infantil | 01/03/07

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Fast food, computador, video game e chocolate são apenas alguns dos fatores que levam crianças e adolescentes a se depararem cada vez mais cedo com a obesidade. No Brasil, essa doença atinge cerca de 15% das crianças, de acordo com um estudo publicado pela Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia .

O excesso de trabalho dos pais também contribui para esse quadro, pois sozinhos em casa, os pequenos exageram e acabam perdendo o controle da alimentação. “Além disso, no País há a cultura das famílias acharem a criança ‘gordinha’ mais bonita”, explica a Dra. Lidiane Perlamagna, endocrinologista pediatra do Hospital das Clínicas e Hospital San Paolo.

A obesidade também pode atingir as crianças que têm muitas atividades em sua rotina. Expostas a um ambiente de muita pressão e cobrança por resultados há o aumento da fome e, geralmente, o consumo de guloseimas.

De 250 pacientes que iniciam tratamento apenas 33% atingem sua meta. “O que também acontece é o retardamento na busca de ajuda”, explica a endocrinologista. Vera Lúcia de Mello, psicóloga, conta que sua filha Daniela fez uma série de tratamentos para combater a doença. “Tínhamos palestras para aprender mais sobre nutrição, além de uma série de exames e o acompanhamento de especialistas. Na época, ela perdeu peso, mas hoje ainda sofre com a obesidade”, diz Vera.

Um desses casos foi notícia na imprensa mundial nesta semana, como destaca a matéria da Folha Online. A mãe do britânico Connor McCreaddie, de apenas oito anos, poderia perder a guarda de seu filho caso ele não começasse a perder peso imediatamente. O garoto, atualmente com 89 kg, já perdeu 9,5 kg nos últimos dois meses, mas ainda prefere comer batata frita e hambúrguer a trocá-los por legumes e frutas.
A obesidade deve ser encarada como uma doença, já que suas conseqüências podem desenvolver a diabetes, pressão alta e o aumento do colesterol. O tratamento envolve toda a família, pois é uma repercussão dos hábitos alimentares da casa. “O problema é que, muitas vezes, a mãe e a criança fazem dieta e o pai traz a pizza à noite porque diz que não está de regime. Se todos não se reeducarem, não existe mágica”, finaliza Lidiane.

Serviços:
Hospital San Paolo
Lidiane Perlamagna – endocrinologista pediatra
Rua Voluntários da Pátria, 2786
Santana - São Paulo - SP
Tel.: (11) 6955-1600 / (11) 3405-8200

Bjs,
Babi



Comentários

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se possível gostaria que mandassem mais informações sobre esse assunto,pois irei trabalhar com meus alunos 5° série esse tema na feira científica do meu colégio.Gostaria ,de algumas dicas ,pois não posso me aprofundar pois são alunos menores teria que falar o básico e que despertasse a curiosidade dos visitantes principalmente os menores.Se puderem me ajudar ficarei grata.Atenciosamente,Prof:Simone.

Gostaria de saber se posso dar mucilon ao meu filho q está c/ 5 meses. Ele acorda 4 vezes na noite pra mamar, fica inquieto. Preciso trabalhar ao amanhecer.




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