A Familia Cresceu
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Todos os posts publicados em: June 2006.

« May 2006 | July 2006 »

Gracinhas de crianças | 30/06/06

Quando eu era criança, poucas famílias tinham filmadora em casa. Uma pena, porque há várias cenas que meus pais contam que eu adoraria rever – desde quando eu fugi do palhaço contratado para o aniversário do meu irmão até momentos mais bobinhos, porém graciosos, como as fantasias para as matinês de carnaval ou as brincadeiras com os amiguinhos.

Hoje é muito mais fácil registrar essas cenas e, melhor, compartilhar com as pessoas. Para fechar a semana, escolhi um vídeo encantador, repleto de gracinhas de crianças.

Prepare-se para boas risadas!

Beijo,

Tati


, Cuidados com a mama | 29/06/06

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As rachaduras no peito podem fazer com que o sonho de muitas mulheres com a amamentação seja frustrado em alguns momentos. Especialmente se elas provocarem dores que podem até prejudicar a alimentação do bebê. Isto pode acontecer principalmente por conta do acúmulo de leite nas mamas – o ingurgitamento – provocado pelo desequilíbrio entre o consumo da criança e a produção do leite materno. Quando isto ocorre, as mamas ficam duras e podem até inflamar, provocando dores.

Os primeiros cuidados para se evitar este problema podem ser aplicados desde o pré-natal, como explica o médico Cláudio Bonduki, assistente do departamento de ginecologia da Unifesp (Universidade Federal de São Paulo / Escola Paulista de Medicina) . “Para preparar o mamilo antes do parto, é muito importante fazer exercícios locais e passar bucha vegetal durante o banho, o que vai ajudar a deixar a auréola mais resistente”, diz Bonduki.

Aconchego – Maria Lúcia Futuro, coordenadora e uma das fundadoras da Ong Amigas do Peito , recomenda que a mãe tente ao máximo manter o peito macio e encontrar uma posição confortável durante a mamada. “É preciso observar se a pega do bebê está confortável para ele e para a mãe”, diz ela. “Evitar mamadas longas e manter intervalos curtos à demanda do bebê também podem ajudar a prevenir fissuras”, diz Maria Lúcia. Na hora de amamentar, uma das medidas mais importantes para se evitar o acúmulo de leite e as conseqüentes fissuras é manter o bebê corretamente posicionado no colo, com o corpo todo encostado no da mãe (barriga com barriga).

A Ong Amigas do Peito tem 26 anos de atuação e foi fundada por iniciativa da atriz Bibi Vogel , falecida há dois anos. A organização presta ajuda às mães por meio de materiais educativos, ajuda por e-mail além de um disque amamentação (21 - 2285-7779), com atendimento de voluntárias capacitadas.

De acordo com Maria Lúcia, as principais dúvidas das mães que procuram a entidade estão relacionadas à falta de apoio em geral para a prática do aleitamento. “Os problemas de rachadura, dor e inexperiência são secundários a uma falta do conceito do que seja a amamentação, além da falta de se ouvir e olhar (tanto a si como ao bebê) nos primeiros dias”, diz ela. O site da organização tem boas dicas relacionadas a este tema.

Prevenção e combate às dores – Como as fissuras e o desconforto são provocados, na grande maioria das vezes, pelo acúmulo de leite, alguns profissionais recomendam que a mãe esvazie as mamas durante a amamentação. Porém, o leite não precisa ser retirado do peito para que o bebê mame, de acordo com o médico Marcus Renato de Carvalho, da Clínica Interdisciplinar de Apoio à Amamentação , do Rio de Janeiro. O profissional, que é pediatra, sanitarista e consultor em amamentação, explica que a retirada de leite pode provocar novas lesões na pele do mamilo, naturalmente delicada.

O uso de pomadas ou cremes também é controvertido durante esta fase. “O próprio leite materno pode ser usado para combater as fissuras, pois ele possui substâncias antiinflamatórias, antiinfecciosas e cicatrizantes”, recomenda Carvalho. O médico aconselha ainda que as mães deixem os seios ao ar livre quando for possível e evitem os bicos de silicone. Se o mamilo estiver machucado, poderá ser utilizada uma espécie de concha que protegerá a mama evitando que o tecido do sutiã tenha aderência à ferida. Massagens com água quente, durante o banho, podem evitar ou amenizar as dores provocadas pelo armazenamento do leite materno.

Caso a mama esteja inflamada, a mãe deve procurar imediatamente o médico que acompanhou sua gravidez ou um profissional capacitado em Manejo Clínico da Lactação. “Existem pomadas para prevenir e tratar este tipo de problema, mas nada deve ser feito por conta própria”, alerta o médico Cláudio Bonduki. Os cuidados devem ser maiores ainda durante os meses de frio e clima seco, que podem prejudicar a hidratação da pele. Porém, quem cuidar das mamas desde a hora em que o bebê está na barriga e cuidar do correto posicionamento da criança na hora da amamentação – além de fazer o máximo possível para todo o esvaziamento dos peitos durante este processo – tem de tudo para aproveitar plenamente um dos momentos mais bonitos da maternidade.

Serviço
Dr. Cláudio Bonduki
Av. Jandira, 257, cj 23, São Paulo. Tel: (11) 5055-9859 / (11) 5055-3055

Dr. Marcus Renato de Carvalho
Rua Carlos Góis, 375 sala 404 – Leblon, Rio de Janeiro. Tel: (21) 2249-0312

Amigas do Peito
Rua do Catete, 214 sl 612, Catete, Rio de Janeiro. Tel: (21) 2285-7779


A importância da doação de leite materno | 28/06/06

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Sabemos que o leite materno é vital para os bebês. Segundo o Ministério da Saúde , é o único alimento apropriado para os pequenos até os seis meses de idade. Após este período, como explicamos no post de 13 de junho, a mamada pode ser acompanhada por papinhas ou frutas.

Porém, algumas mães, principalmente as de bebês prematuros, enfrentam problemas com a produção de leite materno. “Como a mãe não fica perto do filho o tempo todo, o estresse é maior, e em alguns casos, a produção é menor”, explica Joana Saioko Kuzuhara, supervisora técnica do banco de leite do Hospital Maternidade Leonor Mendes de Barros, centro de referência em São Paulo.

Os bebês têm mais chances de recuperação e também de viver com qualidade se a alimentação for exclusiva de leite humano. Aí entra o importante papel dos bancos de leite. A mãe doa somente o excedente da amamentação de seu filho. “Esse é o requisito mais importante para o banco de leite”, diz Joana. Qualquer problema de saúde deve ser avisado previamente e as mães portadoras de HIV, sífilis e hepatite não podem doar.

Com os pré-requisitos checados, uma equipe do banco visita a mamãe em casa e explica os cuidados durante a ordenha. “O principal é armazenar o leite em um frasco esterilizado de vidro e com tampa plástica. Além disso, ele deve ser congelado imediatamente”, fala Joana. É necessário usar uma touca, não ficar perto de animais e ter as mãos bem limpas durante a doação. Segundo Joana, se um único pêlo de cachorro é encontrado no leite, não há possibilidade de aproveitá-lo.

Dos 180 bancos de leite humano do país, 26 estão na cidade de São Paulo. De janeiro a maio de 2006 foram coletados 389 litros de leite no Hospital Maternidade Leonor Mendes de Barros. O ideal para atender a demanda seria o dobro ou mais. “Esta é uma época crítica. Com as férias escolares e o inverno, as doações diminuem ainda mais”, diz Joana.
Para saber qual o banco de leite mais próximo de sua cidade, acesse o site: www.redeblh.fiocruz.br


Serviço

Hospital Maternidade Leonor Mendes De Barros
Av. Celso Garcia, 2.477 - 3º andar
Belenzinho – São Paulo
Tel.: (11) 6693-4736

Banco de Leite Humano
Joana Saioko Kuzuhara
Supervisora Técnica
Tel.: (11) 6692-4068

Bjs,
Babi


, Sentir-se bem é o melhor pra mãe e para o bebê | 27/06/06

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No dia 2 de junho, Kelly Abud, grávida de Laura, deixou o seguinte depoimento em matéria sobre atividades físicas do blog: “Sou fisioterapeuta e trabalho com cirurgia cardíaca pediátrica há 9 anos, estou grávida de 5 meses, sempre fui apaixonada por atividade física. Hoje faço quase tudo mas com a moderação que a gestação exige, estou sendo acompanhada pelos profissionais da academia Oxigênio na Lapa, sob a orientação do Prof. Robson e da Prof. Luciana Lima. Estou super bem e acredito que exercício na dose certa faz bem para a futura mamãe e para o bebê também!”

O comentário chamou minha atenção. Por mais alegrias que a gravidez traga, enfrentar as mudanças no corpo e na rotina não é nada fácil para a mulher. O que dizer então de uma pessoa acostumada com uma vida bem acelerada?

Com 32 anos, Kelly dedicava 3 horas do seu dia à prática de atividade física. Pegava pesado na musculação e adorava exercícios de alto impacto. Pra minha surpresa, a academia não foi abandonada: a mãe da Laura faz natação, judô e bicicleta ergométrica, além de continuar firme na musculação. “No primeiro trimestre, eu reduzi o peso e mudei para um treino de resistência, isto é, com mais repetições. Diminui os exercícios de impacto, sem abandoná-los. No Judô, por exemplo, dou preferência aos treinos técnicos”, conta a fisioterapeuta.

É claro que, no início, a possibilidade de abrir mão da malhação assustou. “A primeira coisa que pensei foi ‘puxa, e agora?’. Preocupou bastante, sim, mas depois fui vendo que não precisava deixar de fazer tudo ou me dedicar somente à yoga e alongamento, como a maioria das pessoas diz. É uma situação diferente, em que é preciso preservar a criança, mas tem muita coisa legal que dá pra fazer”, conta. Embora seja fisioterapeuta, Kelly não abriu mão de um acompanhamento profissional. “Isso é muito importante. Eu entendo o que está acontecendo com o meu corpo, mas ter o professor ao meu lado foi fundamental para eu me sentir bem”.

Fazer exercício físico faz tão bem, que Kelly sente que até a bebê se sente melhor nos dias em que pratica alguma atividade. “Dia que não faço nada, a Laura fica superagitada. Dia que eu me movimento, ela fica quietinha, parece relaxada. O motivo é óbvio. Você não pode deixar de fazer as coisas que te fazem bem. Se você está bem, o bebê também se sente bem”, diz.

A fisioterapeuta também não se descuidou da alimentação. Sob a supervisão médica, abandonou os suplementos de proteína, passou a ingerir mais líquido e a fugir dos doces. Em cinco meses e meio, a mamãe atleta ganhou apenas quatro quilos. “Se puder deixar um recado para as leitoras do blog é: sentir-se bem é o melhor para você e para o seu filho”.

Assim como a Kelly, que na busca por informações relacionadas à gravidez encontrou o blog A Família Cresceu, você também pode compartilhar a sua história conosco. Clique aqui e não esqueça de deixar os seus contatos.

Beijo,

Tati


Doenças de inverno | 26/06/06

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São Paulo, 26 de junho de 2006, 16h26. Tempo encoberto, garoa fria alternando com forte chuva e temperatura na casa dos 17°C. É que, desde a semana passada, iniciou aqui no hemisfério sul o inverno. E com ele o aumento da incidência das chamadas doenças de inverno e, principalmente, o tormento para as mães.

Para a Dra Maria Teresinha Ribeiro Lima, pediatra, são as vias respiratórias superiores, os ouvidos e os pulmões as áreas mais atacadas nesta época do ano. “O número de casos de crianças com irritações na garganta, nariz escorrendo, bronquite, rinite e alergia é enorme”, diz a pediatra.

“Não podemos trancar as crianças em casa, porém, podemos tomar algumas providências simples para preveni-las”, afirma Dr. José Roberto Lutti Filho, clínico geral. “Dicas simples, como evitar cobertores felpudos e moderação no uso de roupas de lã”, completa José Roberto.

A equipe de A Família Cresceu selecionou mais algumas dicas. Confira:

- Coloque uma vasilha com água no quarto da criança para manter o ar mais puro;
- Dê bastante líquido para o seu filho, principalmente suco de laranja;
- Dê frutas à criança;
- Prepare vegetais cozidos;
- Evite o acúmulo de poeira em casa;
- Agasalhe bem a criança ao sair de casa;
- Lave os agasalhos do armário antes de usá-los;
- Coloque mantas e cobertores do sol.

Beijos,

Juliana


, Do nosso tempo | 23/06/06

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Quando entro numa loja ou converso com alguma criança, fico impressionada com a quantidade de brinquedos diferentes e, principalmente, com os aparatos tecnológicos que eles oferecem. Por mais instigantes que sejam, sempre fico em dúvida se essa nova geração está mesmo aproveitando a infância. Uma boneca de pano, uma bola de capotão e um iô-iô são simples, mas muito divertidos.

Neste final de semana, no intervalo da Copa do Mundo, sugiro que você leve seu filho para conhecer um pouco desses brinquedos do passado. No domingo, por exemplo, a Casa de Dona Yayá, na Bela Vista, promove uma atividade que mescla brincadeiras com construção de brinquedos de girar, como peão e catavento. Outra opção é a Casa dos Sonhos, que reúne brinquedos antigos produzidos pela Estrela. Quem gosta de espetáculo pode aproveitar, ainda, a Mostra de Teatro de Mamulengo, com bonecos de luvas e varetas.

Bjo,
Tati


Serviço:

Casa de Dina Yayá
Onde: Rua Major Diogo, 353 – Bela Vista
Quando: Domingo, das 10 às 12h
Telefone: (11) 31063562.
GRÁTIS

Mostra de Teatro de Mamulengo
Onde: Sesc Avenida Paulista – Piso Térreo
Av. Paulista, 119 – Bela Paulista
Quando: Domingo, às 15h.
Telefone: (11) 3179 3700
GRÁTIS

Casa dos Sonhos
Onde: Avenida República do Líbano, 501 – Ibirapuera
Quando:segunda à sexta-feira, das 09h às 18h, e aos sábados, das 10h às 15h
Telefone: (11) 3887-2065.


Orgulho do papai | 22/06/06

Que pai não sonha em ver seu filho como um grande jogador de futebol?

O pai do Fred, jogador da seleção e autor do segundo gol contra a Austrália, montou um blog para extravasar todo o orgulhoso que sente do filho goleador.
“A verdade é que Fredinho sempre me deu muita alegria. Mas essa agora e o nascimento da minha netinha Geovanna ficarão gravadas pra sempre na memória. Tenho certeza de que não se trata apenas de sorte. Além de muito trabalho, pois sei que tem alguém lá em cima olhando por ele: minha falecida esposa Giselda, sua mãe. Antes de partir, ela disse: Cuidem bem desse aqui, porque é ele quem vai dar certo”, diz o Sr. Juá, em um dos posts.

Como hoje todo mundo quer saber somente do jogo do Brasil, segue um vídeo bonitinho sobre futebol e o sonho de ter um craque dentro de casa.


As últimas na briga pela ampliação da Licença-maternidade | 21/06/06

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Já discutimos aqui no blog a polêmica em torno do projeto de lei que pretende ampliar a licença-maternidade para seis meses. No post Carreira X Filhos , publicado no final de março, trouxemos diferentes opiniões de mulheres relacionadas ao assunto. Desde então, essa história ganhou novos capítulos.

Liderada pela Sociedade Brasileira de Pediatria, Ordem dos Advogados do Brasil e Frente Parlamentar da Criança , a campanha Licença-maternidade: Seis meses é melhor! está ganhando apoio Brasil afora. Diversos municípios do Amapá e do Ceará concederam a prorrogação da licença e estenderam o benefício às servidoras que já estavam de licença na data da publicação da lei. A primeira capital do Brasil a aderir foi Vitória, no Espírito Santo. Especula-se que os próximos estados a apoiar a campanha serão Paraná e Mato Grosso.

No orkut, a comunidade que defende a campanha e coloca em discussão temas relacionados ao assunto já possui mais de 600 membros. A SBP também lidera um abaixo-assinado e torna disponível informação sobre a tramitação nos municípios em seu portal.

O blog A Família Cresceu continuará acompanhando.

Bjo,

Tatiane


Assistir TV pode? | 20/06/06

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O que você acha de deixar seu bebê assistindo televisão enquanto resolve pendências? Em vez de contratar uma profissional especializada, basta assinar um canal a cabo e, pronto, você tem uma babá 24 horas por dia. Gostou da idéia?

Esta é justamente a polêmica da vez nos Estados Unidos. O estopim foi o lançamento do BabyFirstT , canal com programação inteiramente voltada para crianças de 6 meses a 3 anos de idade. A principal preocupação dos críticos é que, mesmo com o conteúdo educativo, os pais substituam o tempo que passam interagindo com o filho pela facilidade e comodidade das TVs e DVDs oferecem. É importante sempre lembrar que o cérebro da criança só processa informações mediadas por quem elas têm alguma afeição. A Academia Americana de Pediatria (AAP) também teme um aumento na taxa de obesidade infantil.

Em sua defesa, a BabyFirstT explica que fazem parte da sua equipe de criação e produção educadores, além do conteúdo passar pelo crivo de um conselho formado por especialistas renomados. O lançamento do canal foi inspirado na BabyTV , emissora criada em Israel três anos atrás e já presente na Europa, na Ásia, no Oriente Médio e no Canadá. A principal proposta é contribuir para o desenvolvimento das crianças e ensinar novas palavras, espécies de animais, canções e jogos educativos.

Para quem busca o meio-termo, as principais dicas dos especialistas são:

- Veja a TV como uma possibilidade de estreitar o relacionamento com o seu filho;
-O tempo máximo em frente à TV não deve ultrapassar uma hora diária. O excesso pode provocar insônia e irritabilidade.
- Aproveite o que há de melhor na programação. Você pode descobrir novas maneiras de se comunicar e contribuir ainda mais para o desenvolvimento do seu filho.

Abraço,

Marcelo Coelho


Novidades na alimentação do bebê: parte II | 19/06/06

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Com um ano de idade o bebê já está pronto para se alimentar do cardápio diário da família. Porém, os pais não devem se esquecer que a mastigação e a deglutição da criança ainda merecem bastante atenção. Por isso, os alimentos devem ser cortados em pequenos pedaços, desfiados ou moídos. Nesta fase, os hábitos saudáveis da família se refletirão na saúde e no futuro do mais novo membro. E é nesta época que os cereais podem integrar as refeições dos pequenos.

Antes disso, a nutricionista Ariane Nadolskis Severine, do Hospital Albert Einstein observa: “No caso dos bebês, a introdução de cereais adicionados às frutas e ao leite é recomendada após o sexto mês. Mas deve ser avaliada sua real necessidade, pois são fontes de energia e causam sensação de saciedade - o que poderia inibir o apetite para a próxima refeição”. O teor calórico elevado desse tipo de alimento exige um controle maior do consumo da criança, principalmente quando feito várias vezes ao dia.

A Nestlé do Brasil também oferece uma linha diversificada de cereais para o público infantil a partir dos seis meses de idade. Sob o nome Mucilon, os produtos mais procurados são os flocos de arroz, de milho e o mix de cinco cereais. No caso do cereal de arroz, a nutricionista Ariane chama a atenção para as crianças com hábito intestinal irregular (obstipação). “Não deve ser indicado. A sugestão é a aveia ou o cereal de milho”, afirma ela.

Quando indicados, podem ser combinados a outros alimentos, e os enriquecidos podem ser boas fontes de ferro e vitaminas contribuindo para o crescimento dos pequenos. Além disso, auxiliam a percepção de novas texturas e sabores nessa fase de variados estímulos do paladar.

Até,

Rod


Brincadeiras unem alegria e desenvolvimento | 14/06/06

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Os bebês precisam de cuidados específicos, sem deixar de lado os traços de personalidade que se formam de acordo com seu crescimento. Os pais precisam estar atentos para os tipos de brinquedos adequados para o bebê e tomar algumas precauções.

Os recém-nascidos e as crianças de até um ano são atraídos pelo olhar. É importante estimular a audição, a visão e o toque com brinquedos como bonecos, blocos de madeira (tamanho grande), chocalhos, móbiles e tapetes de atividades.

Entre 1 e 3 anos as crianças tornam-se curiosas e sem noção do perigo. “A partir desta idade começa o interesse pelos brinquedos de encaixar, mas eles devem ser flexíveis, para não machucar”, explica Sandra Luciana Fernandes, pedagoga e diretora da escola Palavra Viva. Nesta fase, a diversão é escalar, empurrar, pular e atirar objetos. Recomendam-se jogos de puxar, telefones de brinquedo, livros e bonecos.

A criança começa a imitar pessoas mais velhas ou os próprios amigos entre 3 e 5 anos. Além disso, há o teste de força física e os jogos de experimentação. Para suprir esta necessidade indicam-se os instrumentos musicais, quadro negro e giz, fantasias, jogos como basquete e futebol e materiais de arte não tóxicos.

Na hora de escolher, cuidado redobrado. Vânia de Oliveira, mãe de Vinicius, de 1 ano e 1 mês, preocupa-se ao comprar cada brinquedo. “Como ele é alérgico ao pó só compro ursos e bichos de pelúcia feitos de pano”, diz. Ela também indica a Alô Bebê (www.alobebe.com.br), uma loja com produtos educativos e muitos lançamentos.

Ao comprar um brinquedo:
- Verifique se todas as partes são maiores que o pulso da criança para evitar o sufocamento;
- Observe se as peças passam pelo tubo de papelão do papel higiênico. Se sim, elas são muito pequenas e não apropriadas;
- Leia atentamente às recomendações dos fabricantes;
- Converse com a criança sobre o uso mais adequado;
- Evite os que possuem volume muito alto. Eles podem danificar a audição;
- Prefira os animais de pelúcia sem olhos ou que sejam firmemente costurados;
- Fique longe de cordas e fitas, pois podem estrangular o bebê.

Serviço:
Palavra Viva
Sandra Luciana Fernandes – Pedagoga e diretora da Escola
R: Paulo Gonçalves, 136 – Santana – São Paulo
Tel.: 6978-4895

bjo,

Babi


Novos alimentos na vida do bebê | 13/06/06

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Até os seis meses de idade, a amamentação supre com exclusividade as necessidades fisiológicas dos bebês que estejam em perfeito estado de saúde. Após esse período, inicia-se a introdução de alimentos pastosos e sólidos nas refeições dos pequenos. Não é uma tarefa simples, deve ser conduzida de forma cuidadosa para que os bebês não rejeitem alimentos importantes e se familiarizem com novos sabores e nutrientes fundamentais para o desenvolvimento.

A transição, no entanto, não significa que os nenéns tenham que parar de mamar. Podem muito bem, segunda a Coordenadora de Nutrição Clínica do Hospital Israelita Albert Einstein (SP) Ariane Nadolskis Severine, manter o aleitamento materno até a idade máxima de dois anos. Com seis meses de vida, o sistema digestivo já está preparado para receber outros tipos de alimentos além do leite. “Não existem regras rígidas, algumas crianças se adaptam rapidamente e outras necessitam de um tempo maior. É muito importante que seja feito com cautela para que elas adquiram bons hábitos alimentares”, afirma Ariane. “Cada refeição substitui uma mamada quando a aceitação do bebê é satisfatória”, completa.

Sucos e papinhas de frutas são as melhores opções para iniciar esse momento na vida do seu filho. A nutricionista do Albert Einstein ensina que o suco deve ser oferecido no intervalo das mamadas, de preferência no turno da manhã. Ela dá algumas dicas preciosas para as mamães: evitar frutas ácidas, como a laranja-pera, abacaxi, limão e maracujá; suco só de um sabor para iniciar - não misturar novos sabores até que a criança esteja bem familiarizada com a fruta em questão; não adicionar açúcar e não forçar a aceitação. “O ideal é oferecer o suco da mesma fruta por cinco dias e caso a criança não apresente nenhuma reação alérgica, outra fruta poderá ser introduzida. O mesmo vale para as papas de frutas que devem ser amassadas em forma de purê, com porções pequenas no princípio”, esclarece Ariane.

Todos os “nãos” citados no parágrafo acima serão revistos conforme a adaptação de cada bebê com os novos alimentos, certificando-se de que ele não apresentou nenhum tipo de alergia ou intolerância. Assim, a mistura de frutas e a introdução das mais ácidas são indicadas. Nesta fase, porém, a adição de açúcar sempre pode ser evitada ou minimizada.

No horário do almoço, as papinhas salgadas entram em cena - o que pode acontecer depois do mês no qual as frutas foram incorporadas à alimentação. Quando o bebê se acostumar com a papinha salgada do almoço, a ponto de suspender uma mamada, o mesmo dever ser feito no horário do jantar. Batata, cenoura e abobrinha são os legumes da vez. E as carnes? Após três dias, elas (bovina, frango ou peixe), devidamente batidas em liquidificador (apenas as carnes), se juntam aos legumes amassados em consistência pastosa.

Disponíveis no mercado desde o princípio da década de 80, as sopas e papinhas, como as produzidas pela Nestlé do Brasil, trouxeram facilidade para o dia-a-dia das mamães. Hoje, a empresa possui um portfólio de 45 papinhas, doces e salgadas, para crianças de seis meses a três anos. Segundo a Nestlé do Brasil, os sabores mais vendidos são: “Carne com Legumes”, “Carne com Legumes e Macarrão”, “Carne Cenoura Batata e Mandioquinha”, “Galinha Legumes e Macarrão” e “Frutas Sortidas”. Apesar do corre-corre de boa parte das mamães nos dias atuais, a nutricionista Ariane recomenda que, principalmente no período inicial de transição, as papinhas e sopinhas sejam caseiras, com mais alternativas de variar ingredientes e de se adaptar ao paladar da criança. “A opção das sopas prontas deve ser usada para ocasiões especiais, como uma viagem ou um passeio demorado, que impossibilitam infra-estrutura para oferecer a alimentação habitual da criança”, ressalta.

O importante é não ter pressa e respeitar o tempo de transição de cada bebê. E garantir que a nova alimentação forneça vitaminas, minerais, proteínas, lipídios e carboidratos para os pequenos crescerem saudáveis e fortes.

Abs,

Rod


Está mais fácil ser mãe? | 12/06/06

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A jornalista, blogueira e mãe Carla Danaher soltou o verbo em seu blog, após ler um artigo no jornal australiano Herald Sun sobre as mamães-famosas. "Eu pessoalmente acho que Gwyneth Paltrow e Madonna têm muito a se explicar", vocifera. Para Carla, as celebridades pintam um quadro da maternidade bem diferente da realidade. Como bem descreveu a articulista do veículo de Melbourne, Susie O'Brien, "as mães-celebridades são esguias, sexys, ricas, realizadas na carreiras, mas aparentemente as crianças sempre vêm em primeiro lugar". Doce ilusão, segundo Carla, que acha que as coisas não mudaram tanto dos tempos da mãe dela para cá.

Com o passar dos anos, é óbvio que foram criados inúmeros serviços e produtos que tornam a vida da mamãe mais fácil. "Hoje a gente tem muitas facilidades. Eu acho, por exemplo, que as fraldas noturnas são a melhor descoberta do século", diz a relações-públicas Daniela Serres, mãe de Sofia, de seis meses. A luta, entretanto, para voltar ao peso, retomar a carreira, sem contar as noites em claro, continuam sendo desafios. "Quem nao está preparado demora muito mais tempo pra se acostumar. É preciso ter plena consciência de que sua vida vai mudar totalmente, vc vai perder sua liberdade, suas horas de sono etc. Como você tem alguém que depende de você para tudo, é preciso ter mais responsabilidade e cuidar bem melhor de si e de sua saúde", aconselha Daniela, que já retomou o trabalho.

A jornalista Renata Asprino, mãe de Ana Clara, lembra, ainda, que as celebridades contam com a ajuda de babás. "Quem tem dinheiro e pode contratar uma boa profissional para cuidar do seu filho leva a vida muito mais fácil", diz. Assim como Daniela, a jornalista concorda que a chegada de um bebê requer uma boa organização e jogo de cintura para enfrentar os imprevistos. "A missão não é impossível e as mudanças, sem dúvida nenhuma, são para melhor", avisa Renata.


Criança na Copa | 09/06/06

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A Copa do Mundo contagia e influencia a vida de todo mundo, até dos pequenos. Futebol vira tema de festinhas; a casa e a escola são decoradas com bandeirinhas do Brasil; a camisa canarinho vira a vestimenta favorita, sem contar que há muito papai e mamãe que decide dar a seus filhos nomes de craques da seleção.

Um berçário paulistano, chamado B&B Balou Lounge, resolveu promover até a sua versão da Copa. Em campo, alunos do Maternal e Jardim 1 - todos com menos de 4 anos de idade e loucos para mostrar o que andam aprendendo sobre os encantos de brincar com bola e fazer gols. Uma programação especial também foi montada para estimular a curiosidade das crianças e conta até com aula de culinária. No cardápio, docinhos verde-e-amarelo. "As crianças estão muito curiosas sobre tudo o que se refere à Copa do Mundo. Estamos aproveitando este interesse para apresentar a elas novos conhecimentos em áreas diversas, como história, artes e, claro, futebol", explica Fabiane Guimarães, coordenadora pedagógica do berçário.

A iniciativa remete ao post da Ju sobre estimulação infantil e é um bom exemplo de como a escola pode ser uma grande aliada no desenvolvimento do seu filho.


Gestações com mais de 40 semanas | 08/06/06

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Os nove meses se completaram, ou melhor, as 40 semanas como preferem os médicos, e o bebê não dá sinais de que vai nascer. O que fazer? Algum problema aconteceu? Nada disso. Se a gravidez não envolver complicações, como pressão alta ou diabetes, por exemplo, esta é uma situação normal que acontece mais vezes do que se imagina.

A ginecologista e obstetra Andrea Campos, que realiza partos no Hospital São Luiz, explica que, em condições normais, o corpo da mulher avisará a hora certa do nascimento do bebê (bebês). As contrações regulares serão o sinal para a chegada do filho tão esperado. “Geralmente, o limite é de 42 semanas, mas depende muito das condições intra-uterinas, como nível do líquido da placenta e situação do feto. Para acompanharmos, fazemos novo ultra-som e cardiotocografia (exame que avalia vitalidade geral do feto, batimento cardíaco, no final da gestação)”, elucida.

Segundo Andrea, a ansiedade das futuras mamães deve ser trabalhada durante todo o pré-natal. E a tranqüilidade só ajudará após as 40 semanas de gestação. Para um parto normal, a dilatação só virá com as contrações, que em freqüência ideal acontecem três a cada 10 minutos ou 14 em 1 hora. A obstetra esclarece que exercícios, relações sexuais inclusive, e caminhadas podem estimular sim as contrações uterinas. E, em alguns casos, a indução ao parto feita via medicamento (solução soro e hormônio específico ou comprimidos intra-vaginais), com a paciente no hospital, é a melhor alternativa.

Em todos os momentos, no entanto, o importante é ter orientação do seu médico de confiança. Assim, as 40, 41, 42 semanas de gestação e a vontade de ver a carinha do seu (s) filhote (s) serão uma etapa natural e sem transtornos.

Serviço:

Consultório da ginecologista e obstetra
Dr. Andrea Campos: (11) 5579-1051

Abs, Rod


Contrate uma babá com segurança e conforto | 07/06/06

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O bebê chegou e agora a mamãe precisar voltar ao trabalho. O que fazer?

Uma das melhores saídas é deixá-lo em casa, onde está menos vulnerável às doenças e infecções transmitidas por outras crianças em ambientes coletivos.

Em destaque, acompanhando a demanda do mercado, estão as agências de babás, um serviço que cresce cada dia mais. As empresas promovem cursos e treinamentos focados em temas como segurança, higiene e saúde infantil. A futura babá também precisa aprender a conciliar a diversão com a educação e compreender o desenvolvimento emocional das crianças. As agências facilitam a contratação da babá selecionando as profissionais de acordo com o perfil desejado pelos pais.

A psicóloga Angela Clara, diretora técnica da Unire, empresa focada em desenvolvimento humano, explica os fatores que devem observados pelos pais ao procurarem uma profissional. “A primeira medida para acertar a escolha é saber o que se procura. É importante definir os aspectos práticos da sua necessidade como horários, folgas, salários e tarefas”, explica.

As agências não são a única forma para contratar uma babá. Os caminhos mais comuns vão desde anúncios em jornais até a conversa com conhecidos. “Os veículos de comunicação podem ser um recurso de alto risco, pois quadrilhas de bandidos e pessoas mal intencionadas utilizam esses meios para ‘laçar’ suas vítimas”, alerta Angela.

Sabrina Baldjão, mãe do pequeno Renato de quatro meses, recebeu a indicação de uma profissional, mas mesmo assim continuou receosa. “A babá chegou logo depois que engravidei, assim poderia fazer alguns testes enquanto estava em casa”, diz. A decisão final foi pela profissionalização em um dos cursos do Unire.

Outro cuidado importante é na hora da entrevista. Agende horários em que possa conversar com calma e veja se a candidata sorri quando fala de crianças, se é carinhosa e avalie sua expressão. Cheque também o asseio corporal e a maneira de falar. “Um bom teste é saber o que a babá faria em situações extremas ou se contaria a verdade em caso de quebra de algum objeto da casa”, fala Simone.

No final das contas, o teste para a contratação vem através de um velho clichê. “É importante ter empatia com a pessoa, mas no final o que prevalece é a intuição de mãe”, finaliza Simone.

Dicas para contratar uma babá:

- Converse com a candidata sobre sua família, com quem mora, o que gosta de fazer nas folgas, se faz algum tipo de tratamento;
- Pesquise sua escolaridade;
- Pergunte como era sua rotina com as outras crianças que já cuidou, seus gostos, as atividades realizadas, brincadeiras etc;
- Para verificar referências, peça um número de telefone fixo. É mais fácil apresentar dados falsos por celulares;
- Se optar pela contratação, converse sobre a rotina da sua casa e o sistema adotado. Defina horários para as tarefas, além de relatar todo o trabalho da babá;
- Para gerar sintonia entre a mãe, criança e babá acompanhe o trabalho da profissional durante um período de adaptação. Deixando-a sozinha, o bebê pode ficar ansioso e angustiado por não ter a mãe por perto de uma hora para outra.

Serviço:

UNIRE Desenvolvimento Humano
Angela Clara – psicóloga e diretora-técnica
Tel: (11) 5575-6300

Bjos,

Barbara


A visão dos bebês | 06/06/06

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Presentes coloridos, flores amarelas, roupas rosas ou azuis. Por mais que o quarto de um recém-nascido esteja cheio destes enfeites, essas cores vão alegrar mais aos pais que aos bebês. O motivo é simples: os recém-nascidos não enxergam com nitidez e tampouco têm percepção de cores. O ajuste da visão acontecerá à medida que os músculos dos olhos da criança desenvolvam coordenação suficiente para ajustar o foco do olhar.

Nos primeiros dias de vida, ele reconhece a mãe principalmente pelo cheiro ou pela voz e consegue até enxergar a uma distância aproximada de 25 a 30 cm – geralmente, a distância do rosto da mãe enquanto é amamentado. Durante este tempo, ele também será atraído pelas cores contrastantes, especialmente com brincadeiras entre o claro e escuro.

O desenvolvimento da visão dos pequenos acontece de maneira rápida e progressiva. Aos três meses, o bebê já consegue seguir um objeto em movimento. É nesta hora em que os móbiles e brinquedos grandes, coloridos e gráficos podem estimular o desenvolvimento visual.

Aos seis meses, a criança estará com a retina bem desenvolvida e semelhante à de um adulto, o que permitirá a visão de pequenos detalhes, com percepção de distância e profundidade. O desenvolvimento da visão da criança acontece até os quatro anos de idade e, durante este tempo, o estímulo será fundamental, especialmente com brinquedos que os bebês possam arremessar, agarrar e criar.

A hora da consulta – A primeira visita ao oftalmopediatra pode ser feita quando a criança estiver com cinco meses, já que alguns problemas como catarata, estrabismo e retinopatia, entre outros, podem ocorrer na infância. Os bebês prematuros precisarão de atenção especial para que não exista comprometimento para a vida futura. As crianças cujos pais ou familiares já desenvolveram doenças hereditárias nos olhos também merecem atenção especial. Mas, se depois da primeira consulta tudo estiver bem, a próxima visita ao oftalmo poderá ocorrer após três anos.

Bjs, Vilma.


Cuidado com a Toxoplasmose | 05/06/06

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Hoje a proposta era falar sobre algumas doenças transmitidas pelos animais e que, durante a gravidez, são perigosas para a saúde da mãe e do bebê. Comecei a fazer algumas pesquisas, conversei com veterinários e, quando falava sobre o tema, todos me chamavam a atenção para a toxoplasmose. Como não sabia muito bem do que se tratava, pesquisei mais e me convenci de que vale a pena alertarmos as futuras mamães e dedicarmos um espaço exclusivo a esse tema.

A toxoplasmose é uma doença causada por um protozoário chamado Toxoplasma gondii. Ela pode ser transmitida pela ingestão da carne crua ou pelo contato com fezes de gatos contaminados (cachorros não são transmissores), que contraem a doença pelo consumo de carne crua ou pouco cozida.

Os gatos eliminam em suas fezes oocistos infectados pela doença. Estes oocistos podem ser levados pelo vento e se depositam em frutas, verduras e legumes. Por isso, a transmissão da toxoplasmose também pode ser feita por meio da ingestão de frutas, verduras e legumes mal lavados.

A maioria dos brasileiros (de 40 a 90% da população, dependendo da região) já teve contato com o parasita, o que é bom, pois, após a primeira exposição, o corpo desenvolve imunidade e dificilmente a pessoa torna a contrair a toxoplasmose (assim como acontece com a rubéola). O problema é quando a mulher grávida, que nunca teve contato com o parasita (e, por isso, ainda não é imune), desenvolve a doença. Essa situação pode trazer conseqüências graves, pois o Toxoplasma atinge o feto através da placenta, podendo causar retardo mental, má formação, cegueira e até o aborto.

Estima-se que oito mil bebês brasileiros nascem por ano com toxoplasmose transmitida via placenta. Algumas destas crianças já nascem com problemas neurológicos, mas 90% não têm sinais aparentes e só vão apresentar problemas após o primeiro ano de vida.

Sabendo da gravidade da Toxoplasmose, os obstetras já solicitam no pré-natal o exame de sorologia para saber se a futura mamãe já teve contato com o parasita. Se estiver imunizada, a mamãe pode ficar mais tranqüila, mas, se ainda não possui anticorpos para o Toxoplasma, é bom ficar alerta.

Outro ponto importante: é recomendável que a mãe faça um controle da doença, repetindo o exame de sorologia algumas vezes ao longo da gravidez. Essa é uma medida preventiva, pois muitas vezes a mulher não apresenta os sintomas ou os confunde com os de uma gripe forte. Infelizmente ainda não existe uma vacina contra a doença e o tratamento é realizado com antibióticos.

Algumas dicas para as futuras mamães:

- Se você tem um gatinho, não dê carnes cruas e tente “segurá-lo” em casa para evitar que ele tenha contato com outros animais contaminados;
- Não limpe a caixinha de areia do gato. Peça para outra pessoa higienizá-la e desinfetá-la para você;
- Sempre que mexer com terra, utilize luvas de borracha;
- Só consuma carnes bem cozidas. Frutas, verduras e legumes devem ser bem lavados. O leite também precisa de um cuidado especial: deve ser pasteurizado.
- Faça o pré-natal corretamente e, em caso de dúvidas, contate seu médico.


Bjs, Veri


Vamos dançar? | 02/06/06

O vídeo de hoje traz uma cena do filme Billy Elliot, no qual um menino tem o dom necessário para ser um grande sapateador, além de ser corajoso o suficiente para correr atrás de seu sonho.

É sempre bom incentivar a criança a programas diversos, físicos, intelectuais e culturais, além de deixar que ela escolha o que mais gosta, já que a maioria das atividades pode trazer benefícios à criança. No caso do sapateado, por exemplo, é possível trabalhar o condicionamento cárdio-respiratório, a coordenação motora e a musicalidade.

Espero que o vídeo seja inspirador para mamães, papais e filhotes!

Um beijo

MaWá


, Baby Yoga: bom para o bebê, bom para a mãe | 01/06/06

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Quem imaginaria um bebê em uma aula de Yoga? Pode parecer incompatível, mas acompanhado da mãe torna-se saudável e divertido. A modalidade é chamada de Baby Yoga. A fisioterapeuta e professora de Yoga Cristina Balzano atende gestantes que depois do parto continuam a freqüentar as aulas acompanhadas dos bebês. Ela, inclusive, está prestes a lançar um DVD sobre o tema e a massagem Shantala - divulgaremos a data quando definida.

Retomar a prática de Yoga é indicado para mamães após um mês do nascimento. Com três meses, o bebê fica mais apto a executar posições em conjunto com a mãe. Cristina descreve um desses exercícios que chama de “balanceio”: a mulher com pernas flexionadas, o bebê de bruços, apoiado entre pés e joelhos, cara-a-cara com ela, que o segura nas axilas ou nas mãos, executando movimentos para frente e para trás. “Além de fazer bem para a coluna e o abdômen dela, o exercício torna-se uma brincadeira. Um vínculo importante criado entre os dois”, diz a especialista.
Entre os maiores benefícios apontados para os pequenos, destaca-se o desenvolvimento psicomotor, com melhorias da coordenação motora e da flexibilidade. Exercícios complementares também auxiliam no alívio das cólicas. Para evitar vômitos, os bebês não podem ter mamado nos 30 minutos (leite materno) e 60 minutos (leite artificial – mais demorado de digerir) precedentes. Apesar da prática se iniciar com os filhos acordados, muitos deles dormem ao final em virtude do relaxamento e da tranqüilidade proporcionados. As aulas têm duração média de 1 hora e, segundo Cristina, o encontro das mães com seus filhos é uma ótima ocasião para troca de experiências e socialização.

Para as mães, além de incrementar os momentos dedicados ao filho, a Yoga fortalece a musculatura da pélvis e da barriga. Aconselha-se a prática conjunta até dois anos de idade do bebê. As aulas específicas para crianças começam a partir de então.

Serviço:
Fisioterapeuta e professora de Yoga para gestantes: Cristina Balzano
Arco-íris Oficina Holística (Alphaville – Barueri): 11-4191-4531
Grupo de Apoio Maternidade Ativa - Gama (São Paulo): 11-3813-3461

Abs, Rod


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