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Todos os posts publicados em: May 2006.

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Bichinho enciumado | 31/05/06

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Hoje é cada vez mais comum as famílias terem um pet em casa. E geralmente eles reinam absolutos, em especial quando o casal ainda não tem filhos (humanos). O bichinho circula pela casa toda, sobe no sofá, deita na cama, come do bom e do melhor, concentra toda a atenção dos donos.

Só que quando a mulher fica grávida, tudo muda: a atenção e os cuidados são voltados para a chegada do bebê e o bichinho, que antes era o rei da casa, fica em segundo plano. Pode parecer bobagem, mas o animal pode até ficar doente diante dessas situações. É sobre isso que falaremos no post de hoje.

Para a médica veterinária Mariana Rocco Costa Dobroca, proprietária do canil e hotelzinho Uil Petit, é inevitável que a atenção diminua, mas os donos não podem simplesmente mudar toda a rotina do animal repentinamente. Assim como o casal prepara-se mês a mês para a chegada do bebê, é preciso também preparar o pet para isso. Para a especialista, os cachorros são mais problemáticos, pois apresentam uma dependência emocional muito maior do que gatos, por exemplo. “Os cachorros são muito mais apegados aos seus donos e sofrem mesmo quando se sentem rejeitados, deixados de lado. Essa situação pode trazer problemas de saúde”, diz Mariana.

Se o cãozinho estiver triste, sem apetite, muito sonolento, sem disposição para brincar e chorando sem motivo aparente, pode ser um sinal de depressão ou estresse, que podem causar uma queda brusca de imunidade, deixando o animal mais suscetível a doenças.

Mariana, que está grávida de seis meses, dá as dicas para que seu animal continue feliz e saudável, mesmo deixando se ser o rei do lar:

- Se você pretende mudar a caminha do cachorro de lugar, arrume um outro local confortável e protegido e o coloque para dormir lá pessoalmente. Antes de sair, fique um tempo fazendo carinho para ele se acalmar. No começo, o cachorro não vai aceitar muito bem, mas acaba se acostumando.
- Continue separando um tempinho para brincar com ele. Pode ser pela manhã, quando você chegar do trabalho, ou, após o nascimento, quando o bebê estiver dormindo.
- Não suspenda o contato físico com o cão. Na gravidez, e mesmo após o parto, os cuidados com higiene devem ser redobrados, mas isso não significa que é proibido tocar no cão.
- Prepare um “cantinho” para o animal, com os bichinhos preferidos, ossinhos, biscoitos. Mostre que ele ainda possui um território só seu.
- Faça todas as mudanças gradativamente. Não adianta deixar o animal manter sua rotina durante os nove meses e querer modificá-la no dia em que o bebê vai para casa. Isso só vai trazer dor de cabeça para você e sofrimento para o animal.

Serviço:

Mariana Rocco Costa Dobroca - www.uilpetit.com.br

Bjs, Veri


, , Chupetas e mamadeiras | 30/05/06

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As chupetas e as mamadeiras estão entre os acessórios mais procurados para as crianças: rosinhas, azuis, amarelinhas, com bichinhos diversos e de modelos diferentes. Porém, é preciso cuidado na hora de adquirir estes itens. Apenas a fofura não pode ser levada em conta. “As ideais são as ortodônticas com bico de silicone”, diz a odontopediatra Jacqueline Baptista.

A função da chupeta não é interromper o choro do bebê, mas completar a sucção dele após as mamadas. “Quando a criança nasce, o único movimento que ela sabe fazer é o da sucção e, às vezes, ela não consegue completar esta sucção depois da amamentação. É nesta hora que pode ser oferecida a chupeta, apenas para completar o hábito da criança”, diz Jacqueline. De acordo com a profissional, se o bebê aceitar a chupeta e dormir, ele terá completado o ciclo da mamada.

A odontopediatra recomenda ainda que a chupeta seja usada até, no máximo, um ano de idade, para que o uso não se torne um vício. “Se isto acontecer, ela passará a ser prejudicial, pois a criança começará a sugar além do necessário”, diz Jacqueline. “Ela correrá o risco de ter deformação nos dentes e até no osso maxilar. A criança começará a jogar a língua para frente e também poderá ter problemas de respiração”, completa. Se mesmo com tantos modelos bonitinhos à escolha a criança recusar a chupeta, não é recomendável forçá-la a usar. “Se ela rejeita, é sinal de que está satisfeita e não precisa mais continuar o movimento de sucção”, explica a odontopediatra.

Mamadeiras – Os cuidados com a escolha das mamadeiras devem ser semelhantes aos utilizados com as chupetas. “Estes itens também devem ser ortodônticos e com formato anatômico”, diz Jacqueline. O ideal é que a criança utilize na mamadeira uma força quase igual à que ela emprega para sugar o peito. “A mamada no peito é difícil, mas deve ser assim, já que desta maneira a criança exercita toda a musculatura da face”, explica. Por isto, a mamadeira deve apenas gotejar o leite, com o furo do fabricante. “Os pais não podem tentar abrir mais este orifício, por mais que achem que isso vai facilitar a vida da criança”, diz a odontopediatra. De acordo com ela, a criança só conseguirá fazer o exercício necessário ao fortalecimento de sua musculatura se tiver dificuldade para mamar. “Se o leite está indo muito rápido, ela poderá projetar a língua para frente, como defesa, e correrá o risco de ter seus dentes deformados no futuro”, afirma Jacqueline.

Por conta disto, o ideal é que a criança nem use mamadeiras, se isto for possível. “Quando o bebê não mamar mais no peito, a mãe pode ensiná-lo a usar o copinho com bico”, diz a odontopediatra.

Bjos,

Vilma

Serviço:

Jacqueline Baptista, odontopediatra - (11) 7184-6069


Progresso Neurológico | 29/05/06

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Seu bebê é muito mais inteligente e tem sentimentos bem mais complexos do que você poderia imaginar. A matéria de capa da revista Istoé desta semana, com data do dia 31 de maio, versa exatamente sobre o desenvolvimento “neuro-social” dos nenês. O canadense Deb Roy, do Instituto de Tecnologia de Massachusetts, analisa diariamente a evolução do seu filho para decifrar os mecanismos que levam uma criança a falar. Este e outros estudos de universidades são apresentados pela revista. Diz-se até de um novo campo de conhecimento pediátrico: “Neurociência do Desenvolvimento Social ”.

O mais importante, no entanto, para reforçar o que muitos pais já sabiam, é que a atenção dada aos filhos é o melhor estímulo para o progresso neurológico dos mesmos. Sobrecarregar as crianças com várias tarefas vale menos do que acompanhar de perto uma atividade do filhote com prazer e cumplicidade.

Vale a leitura!


Só pra Crianças | 26/05/06

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O gosto pela leitura pode ser estimulado desde cedo e a livraria Ubaldo, localizada no Itaim Bibi, zona sul de São Paulo, dá uma boa ajuda nesse sentido. Pequeno e charmoso, o espaço foi inaugurado em agosto do ano passado e projetado para atender da melhor maneira os pequenos clientes.

Os livros estão dispostos em uma altura baixa e com a capa para a frente, como em uma banca, para facilitar a visualização dos leitores. Entre os mais vendidos, encontra-se toda a coleção de Julia Donaldson, como o Macaco Danado e O Grúfalo.

A qualidade do acervo passa pelo crivo de Zeco Homem de Montes, livreiro há 28 anos e pós-graduado em literatura infantil e juvenil. “Toda criança gosta de historinha e de ser divertir com as figuras. O gosto pela leitura só precisa ser estimulado”, diz a arquiteta Helena Nosek, que dirige a Ubaldo ao lado da irmã, a educadora Heloísa. Após terem suas filhas, as duas uniram-se ao amigo Zeco para montar a livraria. Helena tem, inclusive, a companhia da filha de 1 ano e meio para cuidar da loja. “A Sofia vem comigo para a loja, brinca. É uma delícia isso aqui”.

A Ubaldo também possui uma programação de eventos, que conta, por exemplo, com uma contadora de histórias nas tardes de sábado. Com capacidade para atender 20 crianças, a próxima atividade deve acontecer em junho.

Serviço:
Livraria Ubaldo
Horário de Atendimento: de segunda a sexta, das 9 às 19h; aos sábados, das 9 às 13h.
R. Dr. Renato Paes de Barros, 549
Fone: 3168-0963


Na imprensa | 25/05/06

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Nos últimos dias, a mídia imprensa trouxe informações importantes para quem está grávida de múltiplos. O jornal O Estado de S.Paulo abriu a semana com a reportagem Uma epidemia de partos prematuros. Hoje foi a vez da Folha de S.Paulo trazer na capa Procedimento usado em gestações múltiplas permite intervalo entre partos.

Segundo o especialista em saúde materno-infantil Cesar Victora, o Brasil vive um boom de partos prematuros provocados, principalmente, por comodismo e por confiança na tecnologia. Médicos antecipam as datas dos partos em benefício próprio ou das mães. Em entrevista à repórter do Estadão, Lígia Formenti, o diretor do Departamento de Análise de Situação de Saúde do Ministério da Saúde, Otaliba Libânio de Morais Neto, revelou que “tem de tudo: médico que não quer trabalhar no fim de semana, mulher ansiosa para livrar-se do peso comum do fim da gravidez e até mesmo datas de parto marcadas de acordo com o mapa astral”.

Além disso, é preciso tomar cuidado para não ter uma confiança exacerbada na tecnologia. O exame de ultra-som não é 100% preciso na hora de definir o tempo de gestação. Antecipar o parto em uma ou duas semanas pode deixar a saúde do bebê mais frágil, pois ele perde a oportunidade para se desenvolver e ganhar peso.

Gravidez de Múltiplos

Não há como descartar a fertilização assistida como outra hipótese para o aumento no número de partos prematuros. Já é possível, entretanto, obter, à custa de medicamentos, um intervalo entre o nascimento de um gêmeo e outro.

A repórter Flávia Mantovani, da Folha, contou a história da engenheira Beatriz Helena Monteiro Alckmin, que, após o parto do primeiro bebê, conseguiu manter por mais três semanas as outras crianças na barriga. Além de altas doses de remédios e observação constante da equipe médica, ela foi deixada em uma cama posicionada de cabeça para baixopara evitar, segundo a reportagem, que a ação da força da gravidade forçasse a saída dos bebês.

O ginecologista e obstetra do Hospital Israelita Albert Einstein, Carlos Eduardo Czeresnia, alerta que a técnica não é padronizada, mas é realizada pontualmente em alguns países. O procedimento só é possível em gestação de fetos não univitelinos e quando o primeiro nascimento ocorre muito prematuramente.Além disso, o primeiro parto deve ser normal e não pode ser desencadeado por infecção. Há também risco para a saúde da mãe dos bebês.

Boa Notícia

Não se assuste. Leia com calma cada reportagem e não tenha dúvidas de que, embora o ideal seja 40 semanas de gestação, o aumento de partos prematuros também fez com que as maternidades se preparassem melhor e equipassem com tecnologia suas UTIs neonatais.


, Acidentes Domésticos | 24/05/06

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Não fui vítima de acidente doméstico, mas, como filha de pediatra, acompanhei várias histórias, como a de um garotinho que engoliu moedas. Saí perguntando aqui na agência e todo mundo tinha um caso pra contar: a sobrinha da Ju enfiou uma lantejoula no olho; a Márcia, aos 3 anos, subiu na cadeira para atender o telefone e quebrou o braço; o Filipe puxou uma gaveta e a TV caiu sobre ele.

Desastres à parte, esse assunto é bem sério. “Os acidentes domésticos são, ao lado da violência, a principal causa de morte de crianças maiores de um ano”, adverte a presidente do Departamento Científico de Segurança da Criança e Adolescente e membro da Sociedade Brasileira de Pediatria, Dra. Renata Waksman. As estatísticas apontam que os acidentes fatais mais freqüentes acontecem no trânsito, seguidos dos afogamentos e da sufocação. Entre os casos de morbidade, em que a criança tem que ser hospitalizada, destacam-se as quedas, os atropelamentos e as queimaduras.

A principal orientação para os papais e mamães pode ser resumida em uma palavra: prevenção. “Antecipe-se aos acidentes, investindo em segurança. Em 95% dos casos os acidentes podem ser prevenidos”, diz a Dra Renata. Muitos pais não se preparam adequadamente para a chegada do bebê e acabam pecando logo na saída da maternidade. “É comum ver a mamãe no banco de trás, carregando a criança no colo. Não pode. Tem que comprar o assento infantil. Somente lá seu filho está seguro”, informa a médica que acaba de lançar o livro “Crianças e Adolescentes Seguros”. Em 336 páginas e com uma linguagem acessível, o livro propõe ações simples para evitar traumas físicos e psicológicos.

Outras dicas importantes são:

- Compre somente produtos testados. O livro Dra Renata e da SBP traz boas orientações neste sentido. Outra fonte indicada é a Pro Teste.
- Proteja tomadas e janelas.
- Evite a entrada de crianças na cozinha. “Este é o cômodo mais perigoso, onde mais acontecem acidentes”, diz a Dra. Renata. Uma boa opção é a compra de protetores e barreiras, que também podem ser utilizadas nos acessos da casa que levem à escadas.
- Atenção redobrada com banheiras plásticas, tanques, baldes e bacias. Acredite, há casos de afogamentos de crianças.
- Tome cuidado com medicamentos, produtos químicos, material de limpeza e cosméticos. Eles devem ser armazenados em lugares altos e, de preferência, trancados com chave.
- Mantenha alfinetes, botões, fósforos, tesouras, facas e outros objetos pequenos ou cortantes fora do alcance das crianças.
- Sacos plásticos, fios de telefone longos, arreios e travesseiros fofos podem asfixiar ou estrangular.



Serviço:
Crianças e Adolescentes Seguros
Publifolha
Preço Médio: R$ 49,90.


Supernanny – O Retorno | 23/05/06

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Em agosto, começam as gravações da segunda temporada de Supernanny, exibido pelo SBT

O canal de Silvio Santos acertou a compra com o canal inglês Channel Four, após obter uma média de 14 pontos de audiência com a primeira temporada.

Segundo o jornal O Estado de S.Paulo, mais de 12 mil famílias se inscreveram para receber em sua casa a especialista em educação infantil Cris Poli. Embora não tivesse trabalhado como babá na vida, a argentina parece ter agradado os brasileiros e, principalmente, os papais preocupados em educar os seus pequenos.

A primeira temporada do Supernanny ainda está no ar. O último episódio está previsto para ir ao ar no dia 25 de junho. O programa é exibido pelo SBT aos sábados, às 20h30, e aos domingos, às 16h.


Feng Shui no quarto do bebê | 22/05/06

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Há cerca de 15 mil anos, os chineses já estudavam as melhores formas para garantir a harmonia dos ambientes. O nome dado para esta ciência natural é Feng Shui (Feng = vento; Shui = água).

Hoje, vamos dar algumas dicas para mamães e papais que querem garantir que o quarto dos pequenos tenha uma energia harmoniosa.

A psicanalista e consultora de Feng Shui tradicional chinês Elaine Furlan diz que as pessoas precisam ter consciência que o Feng Shui não é “achismo”, é ciência. “Muita gente não acredita no Feng Shui, pois acha que tem a ver com religião e esoterismo, mas estamos falando de uma ciência natural milenar, que utiliza métodos”, diz a consultora.

Elaine explica que o Feng Shui é baseado na observação e no respeito pela natureza e procura sempre potencializar as energias positivas do ambiente e neutralizar as negativas. “Imagine a natureza em seu estado original, em perfeito equilíbrio. Aí, vem o homem e mexe em uma coisa aqui, muda outra ali, desequilibrando este ambiente perfeito. Logo, as energias do ambiente também serão prejudicadas. O Feng Shui trabalha com alguns elementos que fazem a energia fluir novamente”, diz Elaine.

E ao contrário do que muitos imaginam, não é preciso reformar a casa toda para harmonizar o ambiente. Muitas vezes, pequenas modificações, como a retirada de alguns objetos e a mudança de local, já resolvem o problema.

Para o quarto dos pequenos, é preciso ter um cuidado e carinho especial, pois é lá que eles passam a maior parte do tempo. A consultora diz que um bom quarto é aquele que propicia um bom descanso, já que é durante o sono que o bebê cresce e se desenvolve. Se a criança não dorme direito e não come bem, não terá disposição para brincar e não se desenvolverá.

A primeira dica é sobre a cor das paredes. O ideal é que sejam claras, como bege, rosa, verde ou azul. Isso não significa que a mãe tenha que fazer o quarto todo em tons pastéis. Ela pode abusar das cores mais vibrantes nos objetos e acessórios para estimular a visão dos pequenos. Mas, mesmo com as cores claras, é preciso um certo cuidado: o azul, por exemplo, transmite calma. Um quarto todo azul pode deixar o bebê muito apático.

Outra dica é sobre a iluminação. Hoje, é muito comum as pessoas utilizarem a lâmpada fluorescente por ser mais econômica, mas não é aconselhável.“Pedimos para as pessoas evitarem o uso deste tipo de lâmpada, principalmente nos quartos, pois a freqüência da vibração delas não faz bem ao cérebro humano”, afirma Elaine.

Mais uma coisa importante é o uso de espelhos. Elaine explica que eles são amplificadores de energia, tanto das boas quanto das ruins, por isso também devem ser evitados. Se isso não for possível, a pessoa não deve ter a imagem refletida enquanto estiver dormindo.

Em relação ao berço, é recomendável que seja colocado num local em que o pequeno tenha visão da porta, para não levar sustos. Se estiver encostado na parede também é bom, pois dá uma sensação de segurança.

Parece muita coisa, muitos detalhes para levar em consideração, mas Elaine diz que, muitas vezes, sem percebermos, fazemos um trabalho de harmonização. “Sabe aquele aperto que sentimos quando entramos em determinados locais? Nada mais é do que um sinal de que a energia de lá não é harmônica. Outro exemplo: muitas vezes sentimos que alguns objetos têm alguma coisa que não nos agrada. Mais um sinal de que ele deve ser retirado de lá o mais rápido possível. Quando tomamos as providências para nos sentirmos bem nesses ambientes, intuitivamente trabalhamos um pouco com o Feng Shui”, explica Elaine.

Bjs, Veri

Serviço:
Elaine Furlan – tel : 9735-8636 portalfurlan@hotmail.com


Estimulação infantil | 19/05/06

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Quando nascemos, temos cerca de 100 bilhões de células nervosas, os chamados neurônios. Com o tempo e os estímulos adequados, essas células formam pontes de ligação uma com a outra, as sinapses, para se comunicarem e transmitirem as informações motoras e de raciocínio. Assim, quanto mais estímulos físicos, sociais e psicológicos os bebês receberem, mais sinapses serão ativadas e estabelecerão conexões.

“Os estímulos são fundamentais principalmente nos primeiros três meses de vida. Porém, mais do que o tipo de estímulo, é necessário cuidar de como isso será feito”, diz Dr. José Roberto Lutti Filho, clínico geral. Para a supervisora de Pricing, Cássia Sanchez, mãe de Rafael, 4 anos, e Pedro, 1 ano, o estímulo deve começar muito antes de o bebê nascer. “Quando tive a confirmação das gestações, conversava muito com a minha barriga e, a todo o momento, tocava-a”, diz. Depois do nascimento das crianças, as conversas e os toques também continuaram. “Respeitando a maturidade das crianças, é claro, sempre tive o cuidado de falar a verdade. Por exemplo, nunca falei para o Rafael que o remédio era gostoso. Mas explicava que era para ele melhorar”, afirma.

Segundo Dr. José Roberto, não é complicado o processo de estimulação. “Tudo deve ser natural. Por meio do toque e o carinho durante a amamentação, as brincadeiras com os pais e irmãos, o carinho durante o banho etc”.

Para o pediatra Alberto Wajnstejn, é na infância, por exemplo, que a aprendizagem de outras línguas é a mais eficaz. “Em muitos anos de consultório, já vi mães perguntando para o filho em alemão e a criança respondendo para mim em português”, diz. Mas o Dr. Alberto adverte que os estímulos devem ser de diversas naturezas: auditivos, visuais, táteis e olfativos.

Nesse quesito, a mãe de Rafael e Pedro parece ter acertado instintivamente. “Como trabalho muito e nem sempre posso dar a atenção que eu gostaria para os meus filhos, resolvi apostar em uma escola que me auxiliasse nisso. Onde os meninos estudam, há atividades que seriam impossíveis de se fazer em casa, como deixar que eles sintam a textura de macarrão cozido e se lambuzem por inteiro”, diz Cássia.

Porém, é necessário cautela nos estímulos para não estressar a criança. Distúrbios de sono, irritabilidade, choro e cólica podem ser sinal de que os pais andam exagerando na estimulação. “Como tudo na vida, o bom senso dos pais é fundamental”, afirma Dr. José Roberto.

Bjos,

Juliana


Terapia de gente grande para bebês | 18/05/06

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O Hospital Estadual Vila Alpina, localizado na zona leste de São Paulo, desenvolveu uma técnica para aliviar o estresse e acelerar o desenvolvimento dos bebês: a ofuroterapia. A cada mês, a instituição de saúde tem conseguido ampliar os resultados positivos com os pacientes do respectivo tratamento.

Com a participação integral dos pais, a técnica consiste em um banho de imersão dos recém-nascidos, por cerca de 20 minutos, com água a 36ºC em um recipiente similar ao tradicional “ofurô” japonês.

Não só o desenvolvimento neuropsicomotor do bebê é apontado como benefício trazido pelo tratamento: o momento de interação entre pais e bebê também traz resultados positivos para a saúde do pequeno. Após a alta hospitalar do recém-nascido no hospital Vila Alpina, os profissionais orientam a prática da ofuroterapia em casa.

Serviço:

Hospital Estadual de Vila Alpina
Avenida Francisco Falcone, 1501 - Vila Alpina
Cep: 03227-000 - São Paulo - SP
Telefone: (11) 6318-2100
http://www.saopaulo.sp.gov.br/acoes/hospitais_endereco.htm

abs,

Rod


Mapa astral para bebês | 17/05/06

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A curiosidade é um dos sentimentos mais presentes enquanto se espera a chegada de um bebê. Além da aparência física, muitos se questionam em relação ao temperamento da criança e recorrem a um recurso normalmente utilizado para adultos: a encomenda de um mapa astral como uma espécie de guia na criação do filho. “O pai e a mãe poderão direcionar melhor o comportamento da criança e saber de algumas características apontadas no estudo”, diz a astróloga Cláudia Coutinho.

Ao ver o mapa astral de Helena, de nove meses, a figurinista Amanda Beraldo tomou um susto. Com signo de Leão e ascendente em Sagitário, o estudo apontou que Helena teria dificuldades no aprendizado e adaptação social e que seria extremamente impulsiva. “Fiz o mapa antes dela nascer, mas não agüentei ler inteiro, pois ele tinha pontos negativos e dificuldades demais”, diz Amanda. Ao longo do crescimento, Helena mostrou-se uma criança sociável, mas extremamente ativa – uma leonina típica, segundo a mãe. Alguns pontos, no entanto, não convencem Amanda. “A maior parte não bate com a personalidade dela ainda”, diz Amanda. “O mapa dizia que ela não gostaria de conversas intelectuais ou gente calma, mas ela adora livros e gosta mais de estar com pessoas calmas do que ativas”.

Já no caso de Miriam Sanger, jornalista e proprietária do brechó para bebês Bolota, o mapa mostrou-se certeiro em alguns pontos ao longo do crescimento de sua filha Isabela, de quatro anos, signo de Peixes e ascendente em Capricórnio. “Na hora em que recebemos o mapa astral, não é possível ainda perceber com clareza a relação entre aqueles dados e a criança. Mas, enquanto a Isabela crescia, eu consegui ver que muitas características batiam com as descrições do mapa”, diz Miriam. Um dos pontos observados pela mãe diz respeito ao crescimento físico, atribuído à posição de Júpiter no mapa. “Minha filha nasceu prematura, era muito pequena e eu também tenho um biotipo pequeno. Mas o mapa dela apontava Júpiter na casa um, o que significava expansão do corpo físico”. A astróloga explicou que Isabela seria uma criança grande ou gorda. “Eu achava difíceis estas hipóteses, mas hoje ela é uma criança enorme!”, diz a jornalista.

Outros pontos do mapa que se encaixam na personalidade de Isabela dizem respeito ao relacionamento com as outras pessoas e à insegurança e carência que ela demonstraria ao longo da vida. “Eu sei que, quando ela pede atenção, não é cena, mas um sentimento dentro dela”, conta Miriam. Por isto, ela acredita que a correta interpretação do mapa pode ajudar os pais na criação dos filhos – desde que eles acreditem e vejam as indicações apenas como parâmetros, já que um mapa astral não adivinha ou prediz o futuro, mas sinaliza algumas características da personalidade.

De acordo com a astróloga Andreia Modesto, muitas mães marcam suas cesáreas depois de uma consulta com um astrólogo para prever signo e ascendente das crianças. Para Andreia, saber as características do filho desde o nascimento pode ajudar no reconhecimento da individualidade da criança e evitar que os pais se projetem e se realizem por meio dos filhos. “O mapa revela que um bebê já traz características próprias, que devem ser respeitadas”, diz a astróloga. “Os signos solar, lunar e ascendente são os pilares da identidade, e a avaliação dos quatro elementos também é fundamental”, diz ela.

O mapa também ajuda a compreender as expectativas que a criança tem dos pais, segundo Andreia. “Uma criança de câncer pode precisar de mais atenção do que uma nascida em aquário – que, por outro lado, vai precisar exercitar sua independência desde muito cedo”, diz ela. “Um taurino precisa de muito contato físico, enquanto um geminiano necessita de estímulos intelectuais”, explica Andreia. Porém, para os que acreditam, é preciso ter em mente que a astrologia apenas dá indicações de como deverá ser a natureza de cada pessoa, que podem ser usadas com livre arbítrio.


Serviço:

Andreia Modesto: (11) 3862-5350 / www.andreiamodesto.com
Bolota: Rua Dep. Lacerda Franco, 151, V. Madalena / (11) 3812-4310 / www.bolota.com.br


O que fazer com as crianças | 16/05/06

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Em meio à loucura que tomou conta de São Paulo ontem, você já parou para pensar como estava a cabecinha do seu filho? É claro que ele notou a quebra na rotina, que a escolinha fechou as portas mais cedo ou mesmo a sua expressão preocupada.

A imprensa restringiu-se à cobertura - em boa parte, sensacionalista - dos atentados e do pânico que tomou conta da maior cidade da América Latina. Nenhum veículo preocupou-se em orientar a população. A colunista da Folha de S.Paulo e psicóloga Rosely Sayão
foi a primeira, se não a única, a tocar no assunto.

No artigo publicado hoje, Rosely recomenda conversar com a criança sobre o assunto, sem entrar em detalhes. “É preciso, também, dar a elas alguma garantia. Nada que seja irreal ou impossível, mas que sinalize que os adultos responsáveis por cuidar delas estão a postos e atentos”, explica a psicóloga.

Outras dicas são:

- Poupar as crianças pequenas do noticiário;
- Escutar o que elas têm a dizer;
- Utilizar uma linguagem que faça sentido para elas. Rosely sugere, como exemplo, explicar “que tem gente brigando na cidade e que isso é perigoso”.

Assinantes do UOL podem acessar o artigo na íntegra, clicando aqui endereço


Karaoke | 15/05/06

Para animar a sua segunda-feira, nada como um pouco de música. Confira a cantora encantadora que descobrimos.


Dia das Mães | 12/05/06

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Data que não pode passar em branco neste blog é o Dia das Mães. Bom, fui buscar no meu passado mineiro, na música que minha mãe e seus vários irmãos cantavam quando crianças para a minha avó, uma canção singela e nostálgica. Como acontece com muitas cantigas, a autoria não foi encontrada. A tradição oral fez o trabalho de disseminá-la sem o devido crédito – importante nos dias atuais.

Fora os traços da época, como a canção retrata, a homenagem é atemporal. A mulher mudou, conquistou espaço e aperfeiçoou ainda mais as sociedades como só ela podia. Conseqüentemente, as mães se transformaram.

De qualquer forma, para as mães modernas e quadradas, jovens e senhoras, típicas e surpreendentes, animadas e tranqüilas, presentes e ausentes, rígidas e frouxas, ciumentas, de todas as raças, cores e credos, fica a homenagem. Sou do time que acredita que as demonstrações de afeto são melhores e vão muito além do consumismo da data.

Chega de papo, aí vai a canção! E que seja um estímulo para boas e emocionadas lembranças:


“Mamãe, mamãe, mamãe
Tu és a razão dos meus dias
Tu és cheia de amor e esperança
Mamãe, mamãe, mamãe
Eu cresci e o caminho perdi
Volto a ti e me sinto criança
Mamãe, mamãe, mamãe
Eu te lembro de chinelo na mão
De avental todo sujo de ovo
Se eu pudesse
Eu queria outra vez mamãe
Começar tudo, tudo de novo”


E você, qual a música que lembra sua mãe? Deixe sua resposta nos comentários.


Abs,
Rodrigo (nascido e criado em Juiz de Fora, Minas Gerais, por Silvia e Bernardo)”


Gravidez na rede | 11/05/06

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A internet, principal aliada dos curiosos, é o primeiro local para onde correm as mamães que querem mais informações para cuidar de seus bebês, curtir a gravidez e ter dicas de compras, produtos ou troca de experiências. De olho nesta fase da vida da mulher, algumas empresas oferecem clubes virtuais preparados para reunir informações especiais para a família que vai receber um novo integrante.

A Johnson & Johnson, por exemplo, tem o Clube Johnson´s, com matérias e dicas de consultores destinadas desde o planejamento da gravidez, passando pela gestação, até o parto e cuidados com as crianças até os dois anos de idade. Para participar do Clube, basta fazer um cadastro simples e gratuito. Os integrantes receberão a newsletter com as novidades do site, concorrem a prêmios e ainda podem mandar suas dúvidas para especialistas que prestam consultoria especial às mães e pais aflitos. É possível também acompanhar o desenvolvimento do bebê semana a semana, por meio de imagens que simulam o crescimento da criança na barriga – o que pode diminuir a ansiedade entre os intervalos da ultrassonografia. O cadastro permite ainda o donwload dos livros da coleção Saúde e Carinho , lançados em parceria com a Publifolha para orientar os pais sobre cada etapa do crescimento da criança.

Já a Natura criou o Programa de Relacionamento Mamãe e Bebê. Todos os links do site são espalhados por um quarto fofo de criança (para entrar, é preciso clicar na porta enfeitada com um ursinho). São matérias e dicas voltadas especialmente à mãe, desde a gestação e evolução do bebê (até os três anos), moda, cultura e lazer, saúde e nutrição – sempre com dicas de especialistas.

O que chama a atenção, porém, é o espaço dedicado à interatividade: quem se cadastrar no site pode personalizar a página, com as opções de colocar as fotos de seu bebê no mural, trocar o jardim que se vê pela janela do quarto e até baixar músicas – que são instrumentais, mas com opção de imprimir a letra para que a mãe cante para o bebê. O site oferece ainda um diário online, que pode ser compartilhado e, para as crianças um pouco maiores, desenhos que podem ser impressos para colorir. A exemplo do Clube Johnson´s, o cadastro é simples e gratuito, e permite o acesso a todas as áreas do site.

Serviço:

Clube Johnson´s
Programa de Relacionamento Mamãe e Bebê:


Pronto para a maternidade | 10/05/06

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Está chegando o grande dia. Ansiedade, preocupação, mil cuidados. Tudo isso faz parte do dia-a-dia de uma grávida, principalmente quando a hora de conhecer seu pequeno se aproxima.

É importante que a mamãe deixe tudo preparado para qualquer eventualidade. Afinal, por mais que o parto esteja marcado, o bebê pode apressar a ida para a maternidade. E aí é aquela correria: o pai não sabe se liga para o hospital, se avisa a família, se acode a mãe, se pega a mala... Ah, a mala. Muitas mães ficam na dúvida e não sabem o que devem levar na sua própria mala e do bebê. E é sobre isso que falaremos.

A proprietária da Dip en Dap, loja paulista especializada em artigos para bebê, e mãe de três filhos, Ingrid Cincurá, fez uma pesquisa em diversas maternidades da capital paulista e montou uma lista com os itens essenciais.

Para o bebê, Ingrid aconselha que a mãe coloque na mala: 6 conjuntos de pagão (que nada mais é que uma calça com pé, camiseta e uma blusa de manga comprida), 6 macacões, 6 pares de meia, 6 fraldas de boca, 3 mantas e 1 conjunto de saída de maternidade, que é a roupa que o bebê vai usar no dia em que for para casa, que geralmente combina com uma manta.

Pode parecer bastante coisa, mas isso é o suficiente para três dias na maternidade, ou seja, duas trocas de roupa por dia.

Ingrid ainda dá uma boa dica. “Oriento as mamães para colocar cada troca de roupa em um envelope, com o nome dela e o do bebê. Assim, quando a enfermeira for pegar as roupinhas do pequeno, já sabe as combinações que a mãe prefere”, diz a especialista.

Outra coisa que não dá para esquecer é a mala da mãe, que deve ter 3 camisolas ou pijamas (de preferência com botão), 1 hobby, 1 par de chinelos, 4 sutiãs de amamentação, 6 calcinhas pós-parto, absorventes e produtos de higiene e beleza, como shampoo, condicionador, cremes, secador de cabelo, entre outros, além de uma roupa confortável para sair do hospital.

Todos esses produtos fazem parte do enxoval, que começa a ser montado assim que se descobre o sexo do bebê. Existem muitas lojas e muitas novidades no mercado, mas a mamãe tem que ficar atenta para não deixar a empolgação desequilibrar o orçamento, pois além do enxoval para a maternidade, é necessário comprar produtos de cama e banho, por exemplo.

Para a proprietária da Dip en Dap, a maior dica para facilitar a compra do enxoval é a mamãe ter um caderno para anotar tudo o que comprou e quanto pagou por cada produto. Assim, fica mais fácil resistir às tentações.

Se a mãe tiver tempo (e disposição), pode utilizar seu caderninho para comparar os preços. Uma boa dica é a loja Repeteco , um brechó de artigos para bebês e crianças que possui uma ponta de estoque com produtos de qualidade e preços em conta. Os descontos chegam a 50% em relação às lojas tradicionais.

A proprietária da Repeteco, Beth Casaes, diz que é importane que a mãe tenha consciência de que, apesar de tudo parecer muito bonito e útil, é preciso ter bom senso, pois os bebês crescem muito rápido e é comum não conseguir utilizar todas as roupinhas.

Beth também reforça a importância do caderninho. Pode parecer exagero, mas não é barato compor o enxoval de um bebê. Na ponta de estoque da Repeteco as mamães vão gastar cerca de 2 mil reais em um enxoval com roupas de bebê, cama e banho.

Na lista da Repeteco, a sugestão não é apenas para a mala da maternidade, mas também o necessário para os dois primeiros meses de vida, dependendo do ritmo de crescimento do pequeno: 12 macacões (22 reais cada), 12 bodies (12 reais cada), 6 casacos (30 reais cada), 8 pares de meia (2 reais cada), 2 mantas (40 reais cada), 1 saída de maternidade (120 reais), 2 gorrinhos (24 reais cada), 12 fraldas de pano (42 reais), 12 panos de boca (42 reais), 2 vira-manta (30 reais cada), 2 cueiros (60 reais), 6 fraldas-toalha (144 reais), 4 jogos de lençol (84 reais cada), 3 toalhas com capuz (72 reais), 2 pares de sapatinhos (22 reais cada par), 2 vestidos ou 2 conjuntos de camisa e calça, dependendo do sexo do bebê (50 reais cada), e 2 kits berço.

Para Beth, o mais importante é aproveitar ao máximo esse momento com o companheiro, pois quando o pequeno chegar, tudo vai ser diferente. “Acho que as mães devem namorar bastante, descansar, fazer programas culturais e curtir todas as etapas e momentos sem ansiedade, pois quando o bebê nascer elas vão precisar de muito fôlego”, brinca a empresária.

Dicas:

- Comece a preparar o enxoval com calma, assim que souber o sexo do bebê;
- Deixe as malas preparadas um mês de antes da data prevista para o parto;
- Faça o caminho para a maternidade várias vezes e busque rotas alternativas, com opções para os horários de trânsito mais intenso;
- Tenha sempre à mão o telefone do seu médico, a guia de internação e a carteirinha do convênio;
- Cuidado ao fazer o “chá de fraldas”, pois o seu filho pode ser alérgico a determinada marca.

Serviço:

Dip em Dap - 11 3846-8489
Repeteco - 11 5531-1012


Bjs, Veri


, Álbum de bebê | 09/05/06

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A fotógrafa australiana Anne Geddes ficou famosa mundo afora por suas fotos fofas com bebês e crianças. Não há quem não reconheça seu trabalho, seu nome virou marca e suas obras são reproduzidas em bolsas, camisetas, calendários e até jóias.

Com produções e cenários bem-feitos, Anne apropriou-se de uma mania que qualquer pai ou mãe tem: registrar cada reação do seu filho para poder ver quantas vezes quiser, para exibir para os amigos ou até para desconhecidos. Se você digitar a palavra baby no Youtube, por exemplo, aparecerão mais de 25 mil opções de vídeo. A gravação é caseira e é um bom indicativo de como as pessoas gostam de exibir as peripécias e gracinhas do seu filho.

Na contramão, muitos pais também recorrem a profissionais especializados, conforme conta a fotógrafa Solange Del Pozzo. “Registrar o próprio evento não é tão fácil quanto parece. Contratar um profissional com experiência para cobrir momentos importantes, como festas de aniversários e batizados, é um dinheiro muito bem empregado”. Atuando há 13 anos neste mercado, Solange já conquistou um público cativo. Em breve, por exemplo, fará uma festa de debutante. A aniversariante é sua cliente desde os dois anos. “A experiência conta muito na hora de trabalhar com crianças. É preciso conquistar a confiança dela para obter a melhor exposição”, conta a fotógrafa, que fez curso de especialização em psicologia infantil. Para Sergio Santório, o mais importante é que a criança esteja à vontade. “O fotógrafo tem que abstrair o carisma da criança para ter uma foto de valor”, diz.

Vantagens de contratar um fotógrafo profissional:

- A qualidade do material, com certeza, será bem melhor, já que os profissionais possuem os equipamentos mais adequados.
- Você fica despreocupado e pode aproveitar o evento com o seu filho
- Você também aparecerá nos registros (fotos ou vídeos).

Na hora de contratar um profissional, as principais dicas são conhecer seu portfólio e, se possível, obter referências deles. “É claro que o dinheiro é importante, mas sugiro buscar um profissional que esteja envolvido com a arte da fotografia. Eu me preocupo em exercer a minha cultura”, conta Sérgio. Além da ideologia, cada fotógrafo tem também uma maneira de cobrar por seus serviços – de horas trabalhadas a número de fotos. Na pesquisa feita pelo blog A Família Cresceu, os preço variavam de 400 a 2 mil reais.

Serviços:

Solange Del Pozzo
Telefones: (11) 5096 3248 / 9141 8190.
Sergio Santorio
Telefones: (11) 4994.3844 / 9602.4190


Estímulo e risadas | 08/05/06

Estimular as crianças é essencial para o desenvolvimento e para estreitar os laços entre pais e filhos. E o melhor é presenciar - e por que não registrar? - uma risada tão gostosa como essa

Espero que gostem do vídeo.

Bjos,

Mawá.


Para se divertir com as crianças | 05/05/06

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Além de passeios ao ar livre, a capital paulista oferece atividades diferentes e divertidas para pais e filhos. A programação desse final de semana é uma boa amostra disso. O Palavra Cantada apresenta neste sábado e domingo as canções do seu novo trabalho, Pé com Pé. Os CDs da dupla formada por Paulo Tatit e Sandra Peres estão entre os mais vendidos. As músicas podem ser utilizadas para ninar os bebês e também para estimular o gosto pela arte desde cedo. Até quem deixou a infância pra trás há algum tempo fica encantado. O show do Palavra Cantada acontece às 16h, no Teatro Procópio Ferreira.

Para quem quer investir em atividades culturais mas precisa se programar, há duas outras opções. O Teatro Municipal apresenta entre os dias 10 e 13 de maio o espetáculo 3X11, que abusa da imaginação e mistura técnicas de teatro, circo, dança, mímica, fantoches, entre outros. O show é dado pelo grupo suíço Mummenschanz, formado em 1972.

No dia 20 de maio, quem abre as portas para a criançada é o Museu Lasar Segall. A atividade Arte em Família oferece a oportunidade das crianças conhecere, a vida e a obra do artista expressionista Lasar Segall por meio de jogos, brincadeiras e atividades. A brincadeira começa às 15h e as inscrições podem ser feitas no mesmo dia, com uma hora de antecedência. O evento, que acontece uma vez por mês, é gratuito e voltado para crianças a partir dos 4 anos.

Serviço:

Palavra Cantada - Pé com Pé
Onde: Teatro Procópio Ferreira – Rua Augusta, 2823
Quando: Sábado e Domingo, às 16h. Até 21/05.
Quanto: R$ 35 a 40.
Informações: (11) 3083 – 4475.

Mummenschanz – 3X11
Onde: Teatro Municipal – Praça Ramos de Azevedo, s/ n°
Quando: de 10 a 12, às 21h. Nodia 13, às 17h.
Quanto: R$ 40 a 80.
Informações: (11) 3222 8698.

Arte em Família
Onde: Museu Lasar Segall – Rua Berta, 111
Quando: Dia 20, às 15h.
Quanto: Gratuito
Informações: (11) 5574 – 7322.


Bjos,

Mawá


, , Dentes: os cuidados com a mãe e com o bebê | 04/05/06

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A gravidez exige tantos cuidados diferentes que, em alguns casos, a gestante pode deixar de lado a saúde bucal. Nesta fase da vida, porém, os cuidados com os dentes devem ser tão grandes como em outros tempos, quando o bebê ainda não era prioridade. Problemas como infecções na gengiva ou em outras estruturas que dão sustentação aos dentes podem levar ao parto prematuro por conta de alterações hormonais provocadas pela produção de prostaglandinas, um dos hormônios que induzem ao parto. “A maioria das gestantes não sabe disso”, diz Glenda Nahás, odontopediatra especialista da Associação Brasileira de Ensino Odontológico (Abeno) e mestre em odontopediatria pela Faculdade de Odontologia da Universidade de São Paulo (USP).

O alerta, porém, não é motivo para pânico, pois quem tiver um bom acompanhamento em qualquer período da vida, além da gravidez, corre poucos riscos de desenvolver problemas bucais específicos apenas por conta da gestação. A ida ao dentista deve continuar a ser periódica. As restrições ficam valendo para poucos casos, como cirurgias – principalmente por conta das anestesias – e radiografias, a não ser que a dor seja insuportável, como explica Glenda Nahás. “Nos casos mais sérios, a anestesia pode até ser dada, mas precisa ser especial para a gestante, como a lidocaína”, diz a profissional. Já a radiografia, que pode causar alterações no feto, em especial nos primeiros meses de gestação, só deve ser utilizada com cuidados específicos e em casos pontuais, como um tratamento de canal, por exemplo. A gestante que precisar passar por um raio X deverá usar um avental de chumbo sobre a barriga para proteger o bebê dos efeitos da radiação.

Além de manter os cuidados usuais com a saúde bucal, a gestante também deve cuidar da alimentação. É recomendável ingerir alimentos com cálcio e fósforo durante a fase de formação do bebê. Este período também pode ser útil para que a futura mamãe possa ter as primeiras dicas de como cuidar dos dentes da criança.

Recém-nascidos - Enquanto a alimentação do bebê for exclusivamente leite materno, a limpeza bucal será feita apenas se a criança regurgitar após da amamentação. “Neste caso, a mãe pode pegar uma gase ou uma fralda, umedecer levemente, enrolar no dedo e limpar só o leite grosso e coalhado que fermentou”, explica Glenda. A limpeza deve ser suave para não ferir a gengiva da criança. Não precisa ser feita após a amamentação normal, já que o leite materno possui anticorpos para o recém-nascido. Quando os primeiros dentes nascerem, a opção deve ser a escova para bebês, pequena e com cerdas macias.

A primeira visita da criança ao dentista pode ser feita logo após o nascimento. “Um profissional pode orientar melhor quanto à higiene e alimentação adequada para evitar problemas para a dentição”, diz Glenda. Após os seis meses de amamentação exclusiva, o bebê pode começar a ingerir outros tipos de alimentos, como papinhas e frutas amassadas. “A mastigação destes alimentos podem ajudar a desenvolver os ossos da face, uma boa mordida e a musculatura da boca do bebê”, afirma a odontopediatra.

Outro cuidado importante é em relação à possível transmissão de bactérias para a criança, que podem provocar cáries. Por isto, evite assoprar os alimentos, ato comum quando queremos esfriar uma comida. “Isso pode acontecer com pessoas de qualquer nível social, e é um alerta que sempre dou”, diz a doutora Glenda. “Quando a criança nasce, ela tem poucas bactérias, pode correr o risco de pegar novas e ter cárie apenas por conta de um ato que pareceu ingênuo”, explica a odontopediatra. A recomendação vale não apenas para as mães, como para qualquer pessoa que tenha contato com as crianças, como babás, avós e outros parentes.

Os primeiros dentes nasceram
– Quando os primeiros dentes nascerem, deve entrar em ação não apenas a escova de dentes como outros cuidados. A amamentação noturna, em especial, deve ser evitada para evitar a fermentação do leite e a possível ocorrência de cáries. Deve-se evitar também a ingestão de alimentos como chicletes, balas, doces e frituras, que aumentam os riscos da proliferação de bactérias. “Em muitos casos, é inevitável que a criança coma estes alimentos. Por isto, se for o caso, sempre é preciso escovar os dentes após a ingestão”, diz Glenda.

O cuidado com os dentes de leite é fundamental para o bom desenvolvimento da dentição definitiva. “Os primeiros dentes são guias de nascimento para os permanentes”, afirma a odontopediatra. Por isto, além do cuidado com a correta higienização, é recomendável evitar o uso de chupeta e de mamadeira – indicada somente até os dois anos de idade.

Quando os primeiros dentes de leite começarem a cair, o dentista merece uma nova visita. “Se os pais conseguirem tirar o dente da criança, não há problema. Em alguns casos, a raiz é totalmente absorvida e o dente pode cair em uma mordida ou em outra ocasião”, diz a odontopediatra. Porém, se ainda existir uma parte da raiz, a tentativa caseira de arrancar o dente pode machucar a boca da criança e prejudicar o desenvolvimento da próxima dentição”, alerta a doutora Glenda.

Serviço

Glenda Nahas – (11) 3825-9676
glendanahas@gmail.com
Av. Angélica, 1968 – Sala 134 – Higienópolis

Bjs,
Vilma


Pós-amamentação | 03/05/06

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Como já falamos em outro post no A Família Cresceu, amamentar é muito importante e requer uma série de cuidados e orientações. Mas o período seguinte, o pós-amamentação, também precisa ser bem programado, pois pode definir os hábitos alimentares dos pequenos e contribuir para a saúde e bem-estar deles.

Para a nutricionista e Consultora Técnica do Conselho Regional de Nutricionistas, Mariangela Dalaqua, as mães precisam de um acompanhamento que começa na gravidez e segue durante o período de amamentação até o primeiro aninho do bebê. Segundo a especialista, quando a mãe, além de consultar seu obstetra, faz o acompanhamento com um nutricionista durante a gravidez, as chances de o bebê nascer abaixo do peso são muito menores, principalmente no caso de múltiplos, o que auxilia no desenvolvimento. “Notamos que, quando a mãe é acompanhada por um nutricionista, ela não engorda muito e os bebês nascem com um bom peso. Além disso, como fazemos uma dieta especial para a mamãe durante período de amamentação, os bebês chegam a ganhar 40 gramas por dia, quando o comum é 25 gramas”, diz Mariangela.

Este acompanhamento profissional deve permanecer até o bebê completar um aninho de vida, porque já está mais preparado e mais forte, está mais acostumado com a rotina da família e pronto para experimentar novas combinações de alimentos.

Mas quais são as dicas para mamães e papais que estão na fase de pós-amamentação? Como saber o momento certo e como introduzir novos alimentos no cardápio dos bebês?

A Organização Mundial da Saúde (OMS) recomenda que a criança receba somente leite materno até seis meses de idade – nem água deve beber, já que o leite da mãe supre todas as necessidades. Depois, devem ser introduzidos outros alimentos que fornecerão, junto com o leite, todos os nutrientes que o bebê necessita. O aleitamento materno deve prosseguir, pelo menos, até o primeiro ano de idade. A partir daí, fica a critério da mãe e da criança. Se possível, estenda até os dois anos de idade.

De acordo com a nutricionista Ana Carolina de Barros Alberto, que trabalha na coordenadoria de Vigilância à Saúde da Prefeitura de Cubatão, cidade da baixada santista, a melhor hora para começar a introduzir novos alimentos é no sexto mês de vida, porque, nesta época, só o leite materno não é suficiente para atender todas as necessidades nutricionais do bebê.

As mães também devem ficar atentas para alguns sinais. A nutricionista do Centro de Atendimento e Apoio ao Adolescente da Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP), Aline Prates, diz que a criança está preparada para receber outros alimentos quando passa a ter fome após as mamadas, começa a levar alimentos à boca, mostra-se interessada pela comida de outras pessoas e consegue segurar o peso da cabeça.

Para a especialista, esta é uma fase muito importante e delicada, porque tanto a introdução precoce de outros alimentos quanto a tardia podem gerar problemas de saúde. “Na introdução precoce, as crianças são expostas a alimentos sem estarem preparadas para recebê-los, o que aumenta o risco de alergias, doenças diarréicas, desidratação e anemia. É importante ressaltar que a produção do leite materno poderá diminuir, conforme a criança for mamando menos. Já a introdução tardia pode acarretar retardo no crescimento e no desenvolvimento, deficiências nutricionais, como anemia, diminuição da resistência da criança, diarréias freqüentes e desnutrição”, alerta Aline Prates.

A primeira coisa que a mãe deve oferecer é um suco ou papa de frutas, de preferência na colher e não na mamadeira, pois pode interferir na amamentação. A papa ou suquinho deve ser oferecido entre as mamadas da manhã.

Após alguns dias, a criança já pode receber a papa de frutas no período da tarde. Ana Carolina ressalta que não há necessidade de adoçar o suco ou a papinha, pois as frutas contêm açúcar natural e são bem doces. Além disso, é importante que a criança reconheça o gosto natural dos alimentos. Boas opções são laranja, mamão, maçã e pêra.

Cerca de duas semanas depois, é hora de entrar com os alimentos salgados, inicialmente apenas na hora do almoço. Ofereça, por exemplo, uma papinha de legumes. Carnes não devem ser incorporadas à sopinha imediatamente. “O ideal é aguardar cerca de uma semana e ‘testar’ diversos legumes, verduras e cereais, como cenoura, mandioquinha (batata baroa), couve, brócolis, arroz, macarrão, entre outros”, diz Ana Paula.

Quando o bebê já estiver acostumado com a papinha salgada, por volta do sétimo mês, os pais podem acrescentar carne desfiada ou moída, sem gordura ou peles. E, ao contrário do que muita gente pensa, os pequenos podem comer peixe, desde que haja cuidado com as espinhas.

Existem algumas restrições alimentares, como explica a nutricionista da UNIFESP, Aline Prates. “Orientamos os pais a não oferecer a clara do ovo antes do oitavo mês, pois pode causar alergias. O mel também deve ser evitado antes do primeiro aninho, pois pode apresentar o Clostridium botulinum que é o microorganismo causador do botulismo. Chá, cereais integrais, chocolate e embutidos de maneira geral também não são indicados porque contêm substâncias que diminuem a absorção de ferro”, diz a especialista.

Assim que a papinha salgada estiver substituindo totalmente a mamada da hora do almoço, mamães e papais já podem oferecer outros alimentos no jantar. Mais uma vez, o melhor a fazer é ir aos poucos, respeitando a fome, o ritmo e os gostos de seu filho. “Normalmente no início, a criança comerá pouco. O bebê poderá recusar o alimento, colocando-o para fora da boca diversas vezes na mesma refeição, o que pode ser normal uma vez que esse não tem controle sob o músculo da língua. Caso o bebê recuse virando a cabeça, fechando a boca ou jogando o corpo para trás, pode ser que não esteja pronto ainda. O melhor a fazer nessas horas é respeitar o limite da criança e voltar a oferecer o alimento após três ou quatro dias”, diz Aline .

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Boca no Trombone | 02/05/06

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Como mãe de trigêmeos e ansiosa por acompanhar o desenvolvimento do trio, desde o meu primeiro ultra-som, em outubro do ano passado, venho fazendo praticamente um exame por mês, e o valor cobrado pelo meu médico é sempre igual ao valor de dois exames (isso deve acontecer com muitas de vocês).

Ao meu ver, tal procedimento está corretíssimo, pois a análise e interpretação dos nossos exames é muito mais complexa (por exemplo, o ultra-som morfológico de trigêmeos requer a análise de três corações, três pulmões, três cérebros etc) e nós, mães de trigêmeos, ocupamos sempre mais do que o tempo de um exame único.

Ocorre que, desde o início, o meu plano de saúde se recusou a reembolsar o valor dos meus exames de ultra-som, cobrados em dobro, apesar de meus argumentos sobre a complexidade e do fato de que, se minhas gestações fossem individuais, o total dos exames seria ainda mais custoso para o plano de saúde.

Apesar de toda a minha retórica (como uma boa advogada quando me sinto injustiçada não deixo barato mesmo!), o plano de saúde entendia (e o mesmo deve acontecer com algumas de vocês) que, na verdade, tratava-se de um único exame e, portanto, eles se recusavam a ajustar meus reembolsos.

Outro argumento do plano de saúde era de que, na tabela da Assossiação Médica Brasileira, não há previsão de reembolso adicional para gestação múltipla no caso de exames de ultra-som, só no caso do parto onde há um adicional por criança. Fiquem atentas!

Não tive dúvidas, liguei para Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), órgão federal que regula e fiscaliza os planos de saúde. Fui muito bem atendida, fiz minha reclamação e, no último dia 13 de abril, recebi uma ligação do meu plano de saúde, dizendo que eles haviam repensado a questão e decidido que fariam a complementação retroativa de todos os meus exames. Certifiquei-me de que este seria um tratamento extensivo a todas as grávidas de múltiplos do meu plano de saúde, e eles afirmaram que iriam alterar seus procedimentos para todas.

No dia seguinte, recebi uma ligação da ANS São Paulo me informando que havia baixado em diligência na sede do meu plano de saúde e que, no dia 12 de abril, a ANS recebeu um ofício da empresa informando que os procedimentos de reembolso de exames de ultra-som, no caso de gravidez múltipla, seriam alterados.

Ocorre que infelizmente a ANS não pode estender essa fiscalização a todos os planos de saúde do Brasil, a menos que receba uma denúncia específica. Por isso, se vocês estiverem enfrentando o mesmo problema, corram atrás de seus direito e tenham a certeza de que dá um pouco de trabalho, mas vale a pena.

Ouvidoria da ANS - 0800-701-9656 (ligação gratuita de todo Brasil)

Beijos,

Rafaela


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